| Artigos
de Rui Rodrigues |
| |
|
 |
Algumas
questões
sobre a nova
rede ferroviária
12
de Dezembro
de 2005 |
| |
|
 |
Novo
aeroporto
de Lisboa
A
eminência
do desastre
técnico
e económico
Demonstra
que a Ota
não
tem condições
de navegabilidade
aérea
e, além
disso, irá
ter graves
problemas
de nevoeiros.
Autor: José
Krus Abecasis,
Major-General,
Força
Aérea
Portuguesa
16
de Julho de
2003 |
| |
|
 |
Aeroportos
da Portela
e Málaga
Evolução
comparada
A
futura rede
de AV irá
permitir não
só
retirar trafego
à Portela
mas, mais
importante,
reduzir a
sua taxa de
crescimento,
permitindo
retardar ainda
mais a sua
saturação
21
de Março
de 2005 |
| |
|
 |
Aeroporto
da OTA
Um
voo sem sentido
A
Ota não
coexiste com
a rede existente
nem com novas
linhas a construir.
A Portela
está
muito longe
da saturação
Julho
de 2001 |
| |
|
 |
OTA
versus Portela
Seria
muito mais
lógico
utilizar recursos
mais necessárias,
tais como
a ferrovia,
que têm
comparticipação
de 80% e que
será,
no futuro,
o meio mais
rentável
de transporte
para mercadorias
16
de Junho de
2003 |
| |
|
 |
OTA
competirá
com Barajas?
A
ideia lançada
pelo ex-Ministro
Cravinho de
que a construção
urgente de
um novo aeroporto
se justificava
para competir
com o de Madrid
foi um equívoco,
que condicionou
toda a estratégia
do País,
a nível
ferroviário
e aeroportuário
29
de Março
de 2004 |
| |
|
 |
Ex-Ministro
Jorge Coelho
sobre a Ota
na AR |
| |
|
 |
Ferrovia
e mobilidade
Rede
de mercadorias
e alta velocidade
A
Ota não
coexiste com
a rede existente
nem com novas
linhas a construir.
A Portela
está
muito longe
da saturação
12
de Abril de
2004 |
| |
|
 |
Ferrovia
A
aposta no
futuro
Publicado
na Revista
Economia Pura
de Março
de 2003
Fevereiro
de 2003 |
| |
|
 |
Rede
ferroviária
para o século
XXI
Plano
para mudar
bitola da
actual rede
até
2025
Posição
da Associação
Comercial
do Porto,
publicada
em 2003. Ficheiro
pode ser visto
em 30 minutos
e que aborda
este tema
com maior
detalhe.
Faça
do seguinte
modo para
visualizar:
1. Abrir ficheiro
e premir tecla
F5
2. Usar setas
do teclado
para ver slides
12
de Novembro
de 2003 |
| |
|
 |
Mudar
bitola na
linha do norte
Mantendo-se
a estratégia
da Rave de
fazer passar
a nova rede
pela Ota e
Região
do Oeste,
nunca será
possível
mudar a bitola
da linha do
Norte, sem
a interrupção
da circulação
de comboios.
Esta operação
exigirá
estudos exaustivos,
por forma
a que esta
via se torne,
no futuro,
a saída
e entrada
das mercadorias
da Região
de Lisboa
e Centro para
a U.E.
Setembro
de 2004 |
| |
|
 |
Estacões
ferroviárias
Novos
conceitos
As
estações
da futura
rede ferroviária,
novas ou
devidamente
modernizadas,
poderão
funcionar
como importantes
elos de
ligação
com a rede
convencional
e a rodovia.
Os novos
conceitos
e localizações
a adoptar
para a sua
construção
terão
que servir
as actuais
necessidades
dos passageiros,
caso contrário,
a ferrovia
dificilmente
irá
captar mercado
aos restantes
modos de
transporte.
01
de Março
de 2004 |
| |
|
 |
Tráfegos
de alta velocidade
O
modelo do
Pi deitado
permite uma
conjugação
de ligações
entre as diferentes
regiões
de Portugal
e Espanha
e uma melhoria
substancial
do transporte
de mercadorias
de e para
a U. E. o
que permitirá
criar novas
oportunidades,
novos mercados,
que poderão
atrair maior
investimento
e a criação
de novos postos
de trabalho.
29
de Setembro
de 2003 |
| |
|
 |
Transporte
intermodal
O
transporte
intermodal
de mercadorias
depende de
várias
condicionantes
e só
poderá
ser competitivo
com a rodovia
para grandes
distâncias
e desde que
se assegure
um correcto
processo na
mudança
de modo de
transporte.
15
de Novembro
de 2004 |
| |
|
 |
AV
Lisboa Madrid
A
nova esperança
do Alentejo
O
Alentejo será
a região
que maior
crescimento
sofrerá,
tendo em conta
o seu estado
actual, e
a nova linha
Lisboa-Badajoz
será
uma das formas
de viabilizar
o desenvolvimento
harmonioso
do nosso País.
08
de Julho de
2002 |
| |
|
 |
A
encruzilhada
da linha do
norte
O
nosso País
tem, neste
momento, uma
derradeira
oportunidade
de aproveitar
as ajudas
da U.E., uma
vez que, em
2004, vários
países
de Leste irão
fazer parte
da nossa comunidade
e, após
essa data,
os fundos
comunitários
serão
muito mais
difíceis
de obter.
Nos próximos
meses deveriam
ser apresentados
os projectos
de execução
à Comissão
Europeia,
caso contrário,
será
tarde demais
e Portugal
perderá
definitivamente
o “comboio”
do século
XXI.
13
de Maio de
2002 |
| |
|
 |
A
linha Aveiro-Salamanca
A
construção
da linha Aveiro
Salamanca,
é,
sem dúvida,
um investimento
decisivo,
à semelhança
do que se
verificou,
em termos
rodoviários,
na prioridade
dada à
construção
do IP5. Se
o Governo
Português
não
optar desde
já
pelo seu projecto
de execução,
as empresas
exportadores
perderão
parte da sua
competitividade,
dada a posição
periférica
de Portugal.
03
de Novembro
de 2003 |
| |
|
 |
Ligações
norte-sul
O
Governo Português
terá
que tomar
uma decisão
política
sobre os projectos
de execução
que têm
de ser apresentados
à Comissão
Europeia,
antes de Janeiro
de 2004, devido
à entrada
dos Países
de Leste na
U.E. A opção
correcta será
o modelo do
“Pi
deitado”
iniciando-se,
numa 1ª
fase, as ligações
Aveiro-Salamanca
em VE e Lisboa-Badajoz
em AV e a
construção
da 3ª
travessia,
rentabilizando-se,
assim, ao
máximo,
o aeroporto
da Portela.
05
de Agosto
de 2002 |
| |
|
 |
Vantagens
da 3ª
travessia
A
3ª travessia,
só
ferroviária,
será
um excelente
investimento
que permitirá
resolver um
conjunto de
problemas
de mobilidade
da cidade
de Lisboa,
bem como aproximar
esta do Sul
do País
e de toda
a Espanha.
Junho
de 2004 |
| |
|
 |
Inevitabilidade
da 3ª
travessia
A
3ª travessia,
só
ferroviária,
permitirá
reduzir substancialmente
os tempos
de viagem
de Lisboa
para o Alentejo
e Algarve
e evitar que
mais viaturas
entrem na
Capital, além
de contornar
legalmente
o contrato
que o Estado
tem com a
Lusoponte,
que prejudicou
severamente
Portugal.
Ou se constrói
uma infra-estrutura
eficaz e competitiva,
ou o País
arrisca-se
a investir
elevadas verbas
sem daí
tirar qualquer
proveito.
Março
de 2003 |
| |
|
 |
Comboio
na Ponte 25
de Abril
Melhoria
da qualidade
O
projecto da
circulação
ferroviária
na Ponte 25
de Abril melhorou
a mobilidade
entre as duas
margens do
Rio Tejo,
criou centenas
de postos
de trabalho,
directos e
indirectos
e beneficiou
o ambiente
por ter retirado
20 mil veículos
na Ponte tendo,
além
disso, permitido
economizar
tempo e dinheiro
aos passageiros
deste novo
meio de transporte,
com uma pontualidade
de 99,2%.
Provavelmente,
foi um dos
melhores investimentos
efectuados
em Lisboa
em termos
de acessibilidades.
01
de Setembro
de 2003 |
| |
|
 |
Transportes
e consumo
de energia
O
nosso país
deverá
adoptar uma
estratégia
para os transportes,
que promova
a poupança
de energia,
pois este
sector será
o que, no
futuro, virá
a apresentar
o mais elevado
nível
de consumo.
Setembro
de 2004 |
| |
|
 |
Futuras
medidas a
adoptar para
a auto-estrada
do norte
A
importância
para Portugal,
em termos
de mobilidade,
da auto-estrada
do Norte,
A1, obriga
que sejam
estudadas
várias
soluções
que evitem
a sua saturação.
A sua ligação
à A8
e a aposta
na ferrovia
são
algumas das
respostas
para este
problema.
10
de Maio de
2004 |
| |
|
 |
Custos
da mobilidade
em Lisboa
A
situação
a que se chegou,
na Capital,
vai obrigar
a procurar
novas soluções
para os graves
problemas
de mobilidade
que a cidade
apresenta.
Caso contrário,
os contribuintes
de todo o
País
irão
continuar
a pagar bem
caro a ausência
de um eficaz
planeamento
urbano e uma
correcta política
de transportes
na Região
de Lisboa.
09
de Fevereiro
de 2004 |
| |
|